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Sem dar nome aos bois

Nada tão real hoje quanto a ideia de que um filho pode prejudicar a trajetória do pai. Acha conservador? Tudo bem, a reputação do pai certamente influenciou no fiho. Donald Trump está em maus lençóis nos EUA, por tentar por 'panos-quentes' na relação com a Rússia. Ontem o congresso americano votou sanções contra a Rússia, o Irá e a Coréia do Norte, seus maiores desafetos declarados, muito por esses países desenvolverem energia atômica para fins militares. A Rússia, principal potência da ex-URSS, inimiga antagônicas por sistema e cultura dos EUA, tem contra si a acusação de ter influenciado politicamente nas eleições americanas. O fato é que foi a partir do filho do presidente americano que o grande boato se deu, quando em suas relações empresariais burguesas, o filho recebeu uma proposta de um produtor musical russo, de aceitar um documento que denegrir a imagem de Hillary Clinton. É a tal falada questão dos e-mails, que agora o Trump tenta sensatamente ponderar com o congres…
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Escafandro

Estamos ficando cada vez mais obcecados pelos nossos objetivos? Ficando cada vez mais egoístas? E essa intenção de afinar cada vez mais o foco, está nos afastando do mundo ou, curiosamente, nos tornando mais vulnerável ao que nos circunda? Tudo nos afeta? Estamos nos infantilizando, pirracento, e de certa forma 'cegos'? Sendo mais seletivos por que mais exigentes com nossas metas? Vamos seguir pela hipótese de que tudo nos afete, todo tempo. E sendo assim, de um momento para o outro, algo desande. Solitudes frágeis Vivemos sós, nessa empreitada de levar nossa empresa pessoal adiante, é mesmo em família, somos individuais ao extremo, as ações tendem a serem vistas como um marketing de excelência. Conectados com muitos mudando de expectativas constantemente, não encontramos em conhecidos um feedback para nossas ânsias. É um fato, não temos uma noção real do que o outro vive, estamos a tatear por pequenas sensações o que realmente ocorre ao redor. Feedback Compramos problemas…

A cerca

A cerca Na praia, de frente para o mar já não se via o mar. Havia um a espécie de arquibancada extensa, e como um paredão, cerceava e transformava aquela orientação do professor em uma espécie de alistamento finalizado, mas ali não havia uma dispensa voluntariosa. Não, aquilo aproximava-se de tortura, sabiam todos que jamais pegariam aquelas ondas, pois o mar sob a tutela do mestre Estava devidamente invadido por vaidade que caridosamente o loteada, como todo o país.

Nu

Viver é estar nu no inferno. Estrela solitária. Aqui a doença da alma chega de uma forma direta.Não existe código de ética, e isso é o inferno. Quantas vezes reclamaste por haver muitas regras, muito silêncio? Pois aqui, vale tudo. De onde vem as regras? Da violência, da falta de respeito? Imagino que sim. Talvez também da falta de coerência em sermos um país. Aqui a violência da separação nos une, aqui o indivíduo prevalece sobre o coletivo, a partir da idade, da raça, do gênero; nunca somos. Nunca somos humanos, aqui ninguém tem vez, a não ser no caso de você ser um velho, um negro, ou uma mulher. Talvez um transexual. Separam-nos para comandar esse presépio. Imagina que muito além de golpe, de corrupção financeira, existe uma estratégia para perdurar: a estratégia do domínio sobre uma massa que coitada, tem intelecto, mas muito problema também. Aí inventam separar-nos para assim pleitearmos direitos, mas dessa forma sem que percebamos deixamos de ser país. Os valores que perpetuam …

Enxergar além da trincheira.

Se tem uma coerência no discurso do 'boss', o que é de uma distância entre a palavra é o real, é que ele não foi vítima de pilantras, ele foi sim, desinformado sobre a movimentação financeira de suas campanhas e de sua sucessora. Ele também, embevecido por sua humildade peculiar, não iria jamais roubar um apartamento inteiro. As pálpebras impediam, depois de certo tempo, se enxergar as reais quantias que corriam nos rios a sua volta. Sem mais. A verdade pode ser está. Lula não teria tempo e capacidade intelectual, ou teria, de gerenciamento doseu partido. Por outro lado ele apareceu para essa nova safra de advogados, economistas, e gerentes do partido, como uma lebre de ouro ou algo parecido pelo seu valor incalculável que mesmo as crises, não desvaloriza, com o perdão da palavra. Talvez o único próximo a ele que teria a 'maledicência' do capitalismo predatório seria seu filho, coisa comum aos filhos dessa geração do Gerson, Garrincha e Pelé, aliás, este também punido…

Escuro

Péssimo erro: não escolher intuitivamente seu personagem, avatar, sua personalidade, imagem&conteúdo. Infelizmente escolha feita perante o rolar dos dados e revólveres na Rússia. Por isso clame aos deuses do cinema e 'esqueça' aquele 'papel' de moçoila boa que adora o sonho dá padaria ao lado de casa.