Pular para o conteúdo principal

Depoimento de quem acompanha de perto explica fenômeno Trump

O relato do médico Windsor Tristão evidencia a vitória de um candidato que nunca se furtou em dizer que viria para fortalecer a economia e enriquecer o norte americano em tempos de globalização. "Estive nos EUA há 3 anos, e pesquisei a popularidade da Senadora por Nova Yorque, Hillary Clinton. Ela tem uma rejeição muito grande. Percebi que o americano de classe média não confia no casal Clinton, e,especificamente,na Hyllary Clinton. Nos EUA, há muitas denúncias contra a Fundação Bill Clinton, de sonegação e desvio de recursos financeiros doados. E,como Secretaria de Estado, ela não poderia usar e-mails da Secretaria de Estado para e-mails particulares, razão da denúncia do FBY, cujo Diretor, que é nomeado pelo Presidente Barack Obama, teve que recuar alguns dias antes das eleições, e negar as acusações,o que pegou mal,pois os americanos perceberam logo que houve pressão do Presidente Barack Obama. Além disso, o candidato Dona Trump prometeu freiar o comércio com a China, que invadiu o mercado americano, e barateou muito produtos,inclusive, carros,pois a mão de obra chinesa é a mais barata do planeta. Além disso, houve uma complacência muito grande do Governo Obama com os imigrantes,que chegam aos milhares nos EUA, o que está assustando o americano médio, pois está tirando empregos dos americanos. É Donald Trump prometeu freiar a entrada de imigrantes nos EUA. Tudo isto concorreu para a vitória de Donald Trump."

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Escuta!

A arte de escutar Muitos de nós ao encontrar alguém, um conhecido, como maneira de demonstrar empolgação, fechamos nosso canal de áudio, e partimos para a emissão. Isso ao contrário do que se pensa, gera um bloqueio, à princípio. O cumprimento é essencial, e ouvir em um segundo momento também. Ouvindo, estamos disponíveis, dispostos a encontrar no outro a sintonia que vai levar esse encontro a gerar para nós o espaço de interação em determinado assunto que, sinceramente, estamos interessados em debater. Debater no sentido de aprofundamento. A escuta interna - Como é difícil, como é fácil. Tá aqui dentro da gente, mas como aí sintonizar uma estação no rádio, requer uma afinidade com o nosso 'aparelho’. E para nós ouvirmos, precisamos de silêncio! É aquele momento que 'alone’, percorremos nosso 'quintal’, quase ao anoitecer. Olha que imagem fantástica: aquele espaço que acredito ser só meu, onde de olhos fechados eu posso afirmar onde ficam as rosas da vó e a mangueira no me…

Estética

Os limites entre estética e saúde. Estética e saúde estão certamente há tempo, em uma mesma direção, mas hoje concorrem em sentido O que é visto pode ser cada vez mais alterado, contudo, com uma frequência cada vez maior, o que compromete o interior do corpo humano. Essas são constatações limites, mas que geram o comprometimento da vida, a partir mesmo de pequenas insatisfações, e sequentes correções. Com mais de 30 anos de plásticas no corpo, sobretudo no rosto, enxertos, aplicação de substâncias que alteram a forma do corpo e a utilização de 'peças’ que modificam o funcionamento dos órgãos, a própria cultura de mulheres mais que de homens já se modificou a tal ponto que alteraram também a forma como os adultos abordam esteticamente a criança. Basta observar a publicidade, os brinquedos, a orientação dos desejos. Na busca por autonomia de vida, domínio da forma e, do crescimento social acelerado, sobretudo artistas, espelham iniciativas que artificialismo as mulheres - como máxi…

Manejar

Apego a dor Todos nós temos facilidade em amar. Não é assim.Temos disponibilidade em nos apegar. Talvez sim. As guerras que vive o soldado, sobretudo as externas, pois essas serão nosso foco, tem um poder paradoxal. Elas nos desgastam e também tem o poder de nos embevecer.. Sofremos pelo excesso de sinceridade conosco São guerras pesadas, em vezes muito sérias, tanto pelo estrago que podem causar, mas também pelo apego ao que nós podemos ser lançados. Existem situações em que não devemos entrar, seja pela gravidade, por que estamos no limite, e assim sendo, são péssimas escolhas. Saber escolher o inimigo é uma arte, já disse Frejat, em um música, “...sou eu que escolho e faço os meus inimigos. .”. Essa máxima vale para os dois lados do 'front’, e guerreiro que se presa, usa da compaixão, consigo e com o outro.