O corpo pende entre um passo e outros.
Envelhece a cidade e o bairro.
Onde está a estação?
Em uma pequena vila, só há plantações em volta, ou a fábrica onde todos, quase, encaixam seus corpos.
Quem de fora fica, espera pelos que de fora vem.
Não engane a si mesmo, ainda vivemos sim em uma cidade, ‘velha’.
Os anciãos não param de andar, coitados, para poderem estar ao estado de poderem ver os que chegam.
Mas os que chegam são os mesmos que aqui estavam. Eles viajaram para o interior de si.
Todos os dias, então, esquece-se as redes sociais, os jornais, tv's.
Com a esperança de quem em uma rajada mostre-se de volta.
Os limites entre estética e saúde. Estética e saúde estão certamente há tempo, em uma mesma direção, mas hoje concorrem em sentido O que é visto pode ser cada vez mais alterado, contudo, com uma frequência cada vez maior, o que compromete o interior do corpo humano. Essas são constatações limites, mas que geram o comprometimento da vida, a partir mesmo de pequenas insatisfações, e sequentes correções. Com mais de 30 anos de plásticas no corpo, sobretudo no rosto, enxertos, aplicação de substâncias que alteram a forma do corpo e a utilização de 'peças’ que modificam o funcionamento dos órgãos, a própria cultura de mulheres mais que de homens já se modificou a tal ponto que alteraram também a forma como os adultos abordam esteticamente a criança. Basta observar a publicidade, os brinquedos, a orientação dos desejos. Na busca por autonomia de vida, domínio da forma e, do crescimento social acelerado, sobretudo artistas, espelham iniciativas que artificialismo as mulheres - como máxim...
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