Se tem uma coerência no discurso do 'boss', o que é de uma distância entre a palavra é o real, é que ele não foi vítima de pilantras, ele foi sim, desinformado sobre a movimentação financeira de suas campanhas e de sua sucessora. Ele também, embevecido por sua humildade peculiar, não iria jamais roubar um apartamento inteiro.
As pálpebras impediam, depois de certo tempo, se enxergar as reais quantias que corriam nos rios a sua volta.
Sem mais.
A verdade pode ser está.
Lula não teria tempo e capacidade intelectual, ou teria, de gerenciamento doseu partido.
Por outro lado ele apareceu para essa nova safra de advogados, economistas, e gerentes do partido, como uma lebre de ouro ou algo parecido pelo seu valor incalculável que mesmo as crises, não desvaloriza, com o perdão da palavra.
Talvez o único próximo a ele que teria a 'maledicência' do capitalismo predatório seria seu filho, coisa comum aos filhos dessa geração do Gerson, Garrincha e Pelé, aliás, este também punido pelas ações de seu filho, o que em nada, em tentativas repetitivas, mancha sua reputação.
Será que alguém dúvida da inocência terna de um apreciador de aguardente de cana?
A vida, ah a vida. A vida leva você e ela é implacável. Ela faz você fazer coisas, mudar, e por mais que se apegue as 'paredes’ históricas, somos ‘levados’. Realizar os desejos, faz com que essa velocidade de mudança acelere. Se eu não sei conter meus ímpetos, vou pela água do rio sendo levado, por não saber, e não querer também - por que não? - me agarrar aos matos da margem. Como poderia ser importante conter os gastos, conter as vontades. Sozinho, eu flutuo, fico só, faço de mim meu próprio negócio, jogo, minha celebração só. Sem lembrar, sem pensar, apenas olhando para dentro. Medito em mim. Relembrar, refazer, se remodelar, lembro do projeto. Será ele possível? Será que vale a pena? Corpo, mente, alma, matéria. Divulgar ou reter? Reter. Depois divulgar.
Comentários
Postar um comentário